Por que ter um site responsivo


Já não é segredo para ninguém como a telefonia passou por uma verdadeira revolução nas últimas décadas. Hoje já não é possível falar sobre internet, blogs e sobre o site de uma empresa sem falar na responsividade, quem tem tudo a ver com isso.

De fato, ter um site desses significa estar em dia com uma das tecnologias mais em voga atualmente. Então, se antes esse era apenas um diferencial a mais, que podia atrair algumas oportunidades, hoje se trata de algo realmente indispensável.

Imagine, por exemplo, se uma pessoa busca por algo como wind banner (um tipo de banner de comunicação visual externa, misto de pano e plástico) nos grandes motores de busca, como Google, Bing, Yahoo e Ask Brasil. Qual vai ser o resultado?

Pouca gente sabe, mas um dos fatores de posicionamento dessas grandes plataformas se dá pela questão da responsividade. Ou seja, os sites que tiverem essa função vão ser mais bem ranqueados, e os que não tiverem perderão com isso.

Além disso, dados de uma pesquisa promovida pela própria Google Inc., que é a maior referência na área, revelam que o uso de celulares, tablets e até relógios inteligentes para realizar buscas é cada vez maior.

Hoje, mais de 90% das pesquisas de internet ocorrem no Google. Quando falamos em tecnologia mobile, esse número, que já é significativo, sobe para 98%. Ou seja, isso revela que a melhor plataforma com tecnologia mobile, é a preferida do público.

A mesma coisa pode ser dita de qualquer outro site, seja um blog de política ou o site institucional de uma empresa de cenografia para eventos. Quanto mais a plataforma digital da marca se adapta às novas demandas, mais gente ela atinge e engaja.

Ao falar em engajamento, inclusive, falamos de um ponto essencial a respeito das novas gerações, que é justamente onde encontramos o segredo dos smartphones. A verdade é que os jovens de hoje já nasceram com acesso à tecnologia.

É daí que vem a grande demanda por esse tipo de alternativa. Também é por isso que decidimos escrever este artigo, trazendo alguns conceitos indispensáveis sobre as novas gerações e as inovações tecnológicas que são indispensáveis hoje.

O mais bacana é que os conselhos e a própria responsividade servem para qualquer segmento, seja uma indústria multinacional ou uma gráfica local de impressão de banner. Aliás, essa é outra vantagem desse tipo de implementação.

Junto vêm várias dicas práticas de como dar os primeiros passos no assunto, já que não é possível falar sobre por que ter um site responsivo sem dizer o como. Então, se você quer mudar sua presença digital de patamar, basta seguir adiante na leitura.

O que é a responsividade?

Como vimos acima, a mobilidade nada mais é do que a tecnologia móvel, que permite a uma pessoa acessar a internet pelo celular, pelos tablets e até mesmo pelos relógios inteligentes, que já operam com conexão à esfera digital e comando de voz.

É nesse contexto maior que surge a responsividade, como uma demanda que vem para socorrer a experiência do usuário. Isto é, para tornar um site mais maleável e mais agradável às telas menores desses dispositivos móveis.

De fato, para quem programa um site, sobre uma plataforma mais complexa da área de desenvolvimento de software, por exemplo, a diferença entre entregar um resultado final para uma tela de 3 polegadas e uma de 30 pode fazer toda a diferença.

Afinal, não se trata apenas de fazer as páginas parecerem menores, concorda? Se diminuirmos a tela de um computador para o tamanho do display de um celular, as informações provavelmente vão se tornar ilegíveis.

Mesmo que não se tornassem, não faria sentido ficar correndo o display com barras de rolagem. Aí é que entra a noção de experiência do usuário: a ideia é que ele tenha uma navegabilidade interessante e confortável.

É o mesmo que um site adaptativo?

Inclusive, durante algum tempo houve uma confusão muito grande entre sites responsivos e adaptativos, e ainda hoje essa dúvida pode surgir, então ela precisa ser esclarecida de antemão.

Na verdade, não se trata do mesmo recurso ou tecnologia, embora na prática a tendência seja ambas se apresentarem do mesmo modo. O site adaptativo não tem uma tecnologia inteligente, por assim dizer, que se comunique com o dispositivo de acesso.

Ele funciona por quebras de página, condicionadas a tamanhos configurados de antemão, seja para 764 pixels, 1080 pixels ou para 1920 pixels. O que acontece é que todo o site vai ser refeito nesses três tamanhos possíveis.

Assim, caso a pessoa abra em um dispositivo que não esteja previsto por aquelas dimensões, ele não funcionará tão bem. Já a responsividade é inteligente e “responde” às dimensões certas de qualquer dispositivo que seja.

Agora imagine se a empresa trabalha com artes visuais, como com rótulos adesivos, qual não é a importância de apresentar uma tecnologia visual, um design moderno e uma apresentação à altura no próprio site do negócio.

Por dentro da UX (User Experience)

Não é possível falar sobre as razões para ter um site responsivo sem mencionar a questão do UX, sigla para User Experience, que nada mais é do que a Experiência do Usuário, termo que abrange muito mais do que a tecnologia mobile, sendo essencial a ela.

Hoje o contato e o usufruto que o cliente vai fazer de uma plataforma ou produto qualquer é algo tão importante para as marcas, que foi criada até uma frente de estudo e uma profissão com base nisso, o que já demonstra a importância da responsividade.

O fato de ela se inserir nesse universo demonstra como hoje é fundamental que as marcas se preocupem com a experiência geral que transmitem ao seu público-alvo, o que pode ser levado até os últimos limites da relação de compra e venda.

No caso do web design o importante é que o cliente consiga navegar bem pelo site, sobretudo se for uma plataforma que permite login, como uma de placas personalizadas, na qual os clientes possam se cadastrar para enviar detalhes do pedido.

Para isso, um bom site responsivo precisa levar em conta fatores como:

● O layout da página;
● Os menus de acesso;
● Tamanho dos textos;
● Áreas internas;
● Fotos e imagens.

Afinal, tudo isso, além de outros traços, pode impactar diretamente na experiência do usuário, fazendo com que ele tenha uma experiência positiva ou negativa não apenas da navegação na página, mas da própria marca como um todo.

De fato, para o bem ou para o mal, os clientes tendem a associar esse tipo de experiência ao conjunto da proposta que uma empresa coloca, e não apenas a algo restrito. Portanto, esse é mais um motivo forte para investir em responsividade.

Sobre o papel geral do SEO

Acima falamos de passagem, mas é possível e preciso aprofundar sobre a questão da relação entre os motores de busca e a responsividade, que se dá em torno do SEO (Search Engine Optimization), que é a Otimização para Motores de Busca.

Realmente, essa é uma das principais razões para investir nessa tecnologia, haja vista que aparecer e ser bem ranqueado em uma plataforma como o Google é um dos pontos centrais da maioria das estratégias de marketing digital.

O que explicamos é que, quando um cliente em potencial busca por algo como banner promocional, já não se trata da experiência que ele vai ter com um site sem responsividade (ou apenas adaptativo), mas do fato de que não será posicionado.

Ou seja, os sites que tiverem esse recurso vão aparecer na frente, o que pode jogar a empresa desfavorecida para a segunda página das buscas, nas quais os resultados em termos de visualização e cotação caem para menos de 5% de audiência.

Portanto, cumprir os algoritmos é uma questão de excelência, que eleva a qualidade das páginas, mas também o retorno comercial que uma marca pode obter.

Bônus: marketing de conteúdo

Segundo dados do IBGE, mais de 70% dos compradores digitais já fizeram algum tipo de transação de compra e venda pelo smartphone. Quanto mais novo é o público, mais cresce essa possibilidade, que para a marca é uma oportunidade.

Portanto, uma última dica de ouro que podemos dar é: não se preocupe apenas com o aspecto visual, o layout e a dimensão da página. Invista também no conteúdo, que é a geração de bons artigos, bons vídeos explicativos, bons e-books, etc.

Um formato que faz sucesso atualmente é o de artigos-lista, seja qual for o tema. Com eles é possível escrever algo como “Descubra as 10 melhores utilidades para um adesivo de segurança”, e isso atrai muitos leitores e oportunidades.

Finalmente, ao nutrir os leads com conteúdos bons e um formato agradável de consumir, que considere a responsividade e os demais fatores visuais, certamente você sairá na frente da concorrência.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.